
“A formação dos militares deverá ser uma prioridade…”
No âmbito da Força Aérea os Cursos de Especialização Tecnológica (CET), devem ser encarados como uma preparação prática para o desempenho das funções altamente especializadas dos nossos militares, quer seja para a aquisição de novos saberes, ou para aumentar o desempenho nas actividades que exercem no dia-a-dia.
A carreira militar deve adaptar-se às exigências tecnológicas e profissionais do mercado para ser reconhecida pela sua alta qualificação, por exemplo, com a introdução dos CET, e cada vez mais valorizada pela sua função militar, tão fundamental para o exercício das missões da Força Aérea, em prol da nação.
A aquisição permanente de conhecimentos a um nível mais prático, irá permitir aos militares novas competências, como um instrumento a ser usado com a função principal do “Saber-Fazer”.
A Força Aérea deve estar sempre a par das actualizações e competências profissionais do mercado para poder fornecer aos seus militares uma formação mais técnica, pós secundária, mas que ao mesmo tempo lhes permita prosseguir os estudos ao nível do ensino superior.
O importante para a instituição é conseguir integrar as competências militares, a formação técnica de base das diversas especialidades e os CET, para se poder aprofundar o nível de conhecimentos científicos e tecnológicos dos militares, que adquirirão assim, um diploma de especialização tecnológica (DET) e uma qualificação profissional de nível IV, mas que não os impede de alcançar outros objectivos, se assim entenderem.
O Regime de Contrato permite à Força Aérea manter a sua operacionalidade, sempre com militares aptos e capazes, para responder às suas missões com alta prontidão e eficácia, pois é uma instituição que fornece uma formação básica e complementar rigorosa, mas não deve esquecer, a necessidade futura destes militares do seu reingresso no mercado de trabalho civil, caso não pretendam ou não consigam ingressar nos Quadros Permanentes.
Ao serem ministrados Cursos de Especialização Tecnológica, uma formação reconhecida por entidades certificadoras na respectiva área profissional, estamos a construir, não só uma mais-valia para a Força Aérea, como também para o País, que fica dotado que profissionais altamente qualificados, no desempenho das suas funções.
Os CET serão fundamentais no futuro da instituição, quer do ponto de vista tecnológico, quer como um incentivo à prestação de serviço militar em Regime de Contrato, porque para os militares que não ingressem no quadro permanente, serão reconhecidos no mercado laboral pela sua formação e experiência que adquiriram durante o período nas fileiras.
A formação complementar dos Praças, poderia incluir uma formação ao nível dos CET, devido às suas funções executantes, aliando o referencial da formação tecnológica, com a multidisciplinaridade da formação militar básica e complementar, dando assim aos militares em regime de contrato, competências tecnológicas que lhes permitam o desenvolvimento de actividades práticas e de resolução de problemas no decorrer das suas funções na Força Aérea, e posteriormente, uma boa inserção no mercado laboral, após o término do contrato de profissionais qualificados, com habilitações intermédias.
O Curso de Formação de Sargentos do Quadro Permanente, deveria dar equivalência a licenciatura pós Bolonha (3 anos), visto que os Oficiais do QP, neste momento já têm uma formação equivalente a Mestrado. Refiro esta situação, devido ao natural aumento das habilitações, mesmo para os militares que ingressam em RC.
Exemplo disso, são os Oficiais em RC que anteriormente tinham habilitações ao nível do 12º ano, posteriormente passou-se a exigir-se licenciatura e no futuro terão mestrado, devido ao processo de Bolonha. Este é o meu ponto de vista relativamente à evolução das habilitações e exigências de ingresso.
A dificuldade de candidatos às Forças Armadas é uma realidade, e a Força Aérea deverá apresentar-se como um ramo que aposta na profissionalização tecnológica dos seus militares, para que estes ao terminarem o seu Regime de Contrato, sejam reconhecidos e valorizados pela sua passagem por uma instituição militar com elevados valores morais e éticos, mas também com qualificações adequadas para uma boa inserção laboral.
Os CET deveriam preferencialmente, fazer parte da formação dos Praças para os dotar de uma formação técnica, mas que não exclui a possibilidade do ingresso no ensino superior, e iria ao encontro das expectativas da Força Aérea relativamente às progressões de carreira, pois se estes militares ingressassem, por exemplo, para o CFS que daria então equivalência a licenciatura, já tinha o acesso preferencial, mas também serviria de incentivo para os militares que terminassem o contrato e quisessem ingressar no ensino superior público ou privado, ou entrar no mercado de trabalho.
A hierarquia seria composta por Oficiais com habilitações académicas ao nível do Mestrado, os Sargentos com Licenciatura e Praças com uma Especialização Tecnológica, que lhes permitiria o acesso ao CFS e tirar a licenciatura, à AFA ou como já referi anteriormente um bom acesso ao ensino superior e ao mercado de trabalho civil.
É importante fomentar boas parcerias e protocolos com outras instituições, como forma de apresentarmos uma boa oferta formativa aos militares no activo, mas nunca esquecendo a necessidade de inserção profissional no mercado dos militares que passem à disponibilidade. As verdadeiras necessidades encontram-se ao nível de uma oferta em termos de quadros intermédios, que com uma formação mais profissionalizante adaptamo-nos e equiparamo-nos rapidamente ao ambiente formativo disponível.
Elevar o nível de qualificação profissional dos militares da Força Aérea será o “cartão-de-visita” para a população civil, que passará a olhar a instituição militar como uma boa “porta de entrada” para a qualificação de jovens, que ao terminarem o seu contrato, estão prontos para o mercado de trabalho, mas que também terão ao dispor, possibilidades de fazer carreira militar, com diversos acessos ao quadro permanente.
O futuro apresenta-se um pouco difícil para quem tem uma formação a nível superior, baseada primordialmente no “Saber-Saber”, com algumas dificuldades na inserção no mercado de trabalho, logo os Cursos de Especialização Tecnológica, são a nova oferta formativa, voltada para a componente profissionalizante, onde a Força Aérea deverá apostar.
No âmbito da Força Aérea os Cursos de Especialização Tecnológica (CET), devem ser encarados como uma preparação prática para o desempenho das funções altamente especializadas dos nossos militares, quer seja para a aquisição de novos saberes, ou para aumentar o desempenho nas actividades que exercem no dia-a-dia.
A carreira militar deve adaptar-se às exigências tecnológicas e profissionais do mercado para ser reconhecida pela sua alta qualificação, por exemplo, com a introdução dos CET, e cada vez mais valorizada pela sua função militar, tão fundamental para o exercício das missões da Força Aérea, em prol da nação.
A aquisição permanente de conhecimentos a um nível mais prático, irá permitir aos militares novas competências, como um instrumento a ser usado com a função principal do “Saber-Fazer”.
A Força Aérea deve estar sempre a par das actualizações e competências profissionais do mercado para poder fornecer aos seus militares uma formação mais técnica, pós secundária, mas que ao mesmo tempo lhes permita prosseguir os estudos ao nível do ensino superior.
O importante para a instituição é conseguir integrar as competências militares, a formação técnica de base das diversas especialidades e os CET, para se poder aprofundar o nível de conhecimentos científicos e tecnológicos dos militares, que adquirirão assim, um diploma de especialização tecnológica (DET) e uma qualificação profissional de nível IV, mas que não os impede de alcançar outros objectivos, se assim entenderem.
O Regime de Contrato permite à Força Aérea manter a sua operacionalidade, sempre com militares aptos e capazes, para responder às suas missões com alta prontidão e eficácia, pois é uma instituição que fornece uma formação básica e complementar rigorosa, mas não deve esquecer, a necessidade futura destes militares do seu reingresso no mercado de trabalho civil, caso não pretendam ou não consigam ingressar nos Quadros Permanentes.
Ao serem ministrados Cursos de Especialização Tecnológica, uma formação reconhecida por entidades certificadoras na respectiva área profissional, estamos a construir, não só uma mais-valia para a Força Aérea, como também para o País, que fica dotado que profissionais altamente qualificados, no desempenho das suas funções.
Os CET serão fundamentais no futuro da instituição, quer do ponto de vista tecnológico, quer como um incentivo à prestação de serviço militar em Regime de Contrato, porque para os militares que não ingressem no quadro permanente, serão reconhecidos no mercado laboral pela sua formação e experiência que adquiriram durante o período nas fileiras.
A formação complementar dos Praças, poderia incluir uma formação ao nível dos CET, devido às suas funções executantes, aliando o referencial da formação tecnológica, com a multidisciplinaridade da formação militar básica e complementar, dando assim aos militares em regime de contrato, competências tecnológicas que lhes permitam o desenvolvimento de actividades práticas e de resolução de problemas no decorrer das suas funções na Força Aérea, e posteriormente, uma boa inserção no mercado laboral, após o término do contrato de profissionais qualificados, com habilitações intermédias.
O Curso de Formação de Sargentos do Quadro Permanente, deveria dar equivalência a licenciatura pós Bolonha (3 anos), visto que os Oficiais do QP, neste momento já têm uma formação equivalente a Mestrado. Refiro esta situação, devido ao natural aumento das habilitações, mesmo para os militares que ingressam em RC.
Exemplo disso, são os Oficiais em RC que anteriormente tinham habilitações ao nível do 12º ano, posteriormente passou-se a exigir-se licenciatura e no futuro terão mestrado, devido ao processo de Bolonha. Este é o meu ponto de vista relativamente à evolução das habilitações e exigências de ingresso.
A dificuldade de candidatos às Forças Armadas é uma realidade, e a Força Aérea deverá apresentar-se como um ramo que aposta na profissionalização tecnológica dos seus militares, para que estes ao terminarem o seu Regime de Contrato, sejam reconhecidos e valorizados pela sua passagem por uma instituição militar com elevados valores morais e éticos, mas também com qualificações adequadas para uma boa inserção laboral.
Os CET deveriam preferencialmente, fazer parte da formação dos Praças para os dotar de uma formação técnica, mas que não exclui a possibilidade do ingresso no ensino superior, e iria ao encontro das expectativas da Força Aérea relativamente às progressões de carreira, pois se estes militares ingressassem, por exemplo, para o CFS que daria então equivalência a licenciatura, já tinha o acesso preferencial, mas também serviria de incentivo para os militares que terminassem o contrato e quisessem ingressar no ensino superior público ou privado, ou entrar no mercado de trabalho.
A hierarquia seria composta por Oficiais com habilitações académicas ao nível do Mestrado, os Sargentos com Licenciatura e Praças com uma Especialização Tecnológica, que lhes permitiria o acesso ao CFS e tirar a licenciatura, à AFA ou como já referi anteriormente um bom acesso ao ensino superior e ao mercado de trabalho civil.
É importante fomentar boas parcerias e protocolos com outras instituições, como forma de apresentarmos uma boa oferta formativa aos militares no activo, mas nunca esquecendo a necessidade de inserção profissional no mercado dos militares que passem à disponibilidade. As verdadeiras necessidades encontram-se ao nível de uma oferta em termos de quadros intermédios, que com uma formação mais profissionalizante adaptamo-nos e equiparamo-nos rapidamente ao ambiente formativo disponível.
Elevar o nível de qualificação profissional dos militares da Força Aérea será o “cartão-de-visita” para a população civil, que passará a olhar a instituição militar como uma boa “porta de entrada” para a qualificação de jovens, que ao terminarem o seu contrato, estão prontos para o mercado de trabalho, mas que também terão ao dispor, possibilidades de fazer carreira militar, com diversos acessos ao quadro permanente.
O futuro apresenta-se um pouco difícil para quem tem uma formação a nível superior, baseada primordialmente no “Saber-Saber”, com algumas dificuldades na inserção no mercado de trabalho, logo os Cursos de Especialização Tecnológica, são a nova oferta formativa, voltada para a componente profissionalizante, onde a Força Aérea deverá apostar.
